Extinções em Massa
Já se sabia que a Terra passa por períodos de extinções em massa.
Já se sabia que nos últimos 600 milhões de anos, a Terra teve 6 extinções em massa (a última das quais está a acontecer actualmente e devido à acção do Homem).
Sabe-se igualmente que a última grande extinção foi há cerca de 65 milhões de anos e matou cerca de 75% das espécies, sendo que os mais conhecidos “azarados” foram os dinossauros (filmes sobre morte de bactérias não “vendem” tanto).
Sabe-se também que há 65 milhões de anos a causa principal foi o impacto de um cometa, sendo que houve causas secundárias a partir dessa colisão.
Não se sabe, com certeza, as causas para as extinções anteriores.
Sabe-se que há cerca de 250 milhões de anos aconteceu a maior extinção em massa que conhecemos; acabou com mais de 90% das espécies na Terra.
Sabe-se, contrariamente ao senso comum, que a seguir a extinções em massa, temos explosões de biodiversidade (tem a ver com a abertura de nichos).
Há estudos que apontam para padrões de extinções em massa, o que pode levar a crer que eles não são tão aleatórios como se possa pensar.
Há estudos que apontam para uma grande extinção em massa a cada 65 milhões de anos. Outros estudos apontam para mini-extinções a cada 30 milhões de anos.
Um novo estudo saiu recentemente (http://www.space.com/scienceastronomy/070423_cosmic_evo.html) que aponta para ciclos de 62 milhões de anos que podem estar directamente relacionados com a órbita do Sol (e consequentemente do nosso Sistema Solar) ao redor da nossa Galáxia.
Pondo de maneira simples: sempre que o nosso Sistema Solar passa por uma certa parte da Galáxia, há um aumento substancial de raios cósmicos extremamente nocivos à vida, e vai daí o número de espécies na Terra decresce substancialmente, antes de aumentar novamente.
24 Apr 2007 Carlos Oliveira
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