Arquivo de July, 2007

Pedro Russo

Pedro Russo

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NASA

Que se passa NASA?

Como ponto prévio quero dizer que respeito bastante a profissão de astronauta.
Os astronautas têm uma profissão de alto risco e não era qualquer um que se sentava em cima de toneladas de explosivos com o único propósito de expandir a aventura espacial da Humanidade. Sobretudo nestes tempos em que as missões se tornaram quase rotineiras, e daí que já ninguém os vê como heróis nem sequer sabe o nome deles.

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AstroRedondo

AstroRedondo

O 1º Encontro de Astronomia Amadora de Redondo realizou-se a 7, 8 e 9 de Setembro de 2007.
Houve recepção, com jantar e observações, no dia 7, sexta-feira, à noite. A recepção aos participantes foi feita na Assembleia Municipal de Redondo.
No sábado, dia 8, houve palestras de tarde, com um telescópio para observação solar, a partir das 15:30, e observações à noite na Barragem da Vigia, estrada nacional 381, entre as vilas de Montoito e Redondo.
Domingo de manhã foi para conhecer a vila de Redondo.
Redondo fica no Alentejo, a cerca de 35 kms de Évora.

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Alberto Fernando, Astronomia Amadora

Amadores e profissionais

Questiono-me por vezes sobre a diferença entre ser astrónomo amador ou astrónomo profissional.
E não acho fácil traçar uma fronteira.
Amador pode significar fazer as coisas por prazer, sem obrigações institucionais, mesmo por amor.
Pode significar fazer o que bem apetece, sem ter de prestar contas a ninguém.
E quando, por vontade própria, por interesse intelectual, por vontade de conhecer, por vontade de participar, um amador se compromete com algo, com programas de investigação, com programas de observação coordenados, sem pedir nada em troca?
Deixou de ser amador?
A minha resposta, muito clara, é NÃO.
O compromisso de um amador, porque é tomado voluntariamente, porque acredita num projecto, vale mais que qualquer contrato.
Um contrato tem cláusulas de rescisão. Basta activá-las e era uma vez um contrato.
O compromisso de um amador é, em primeiro lugar, consigo mesmo.
É para levar até ao fim.

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Sistemas Múltiplos

Debaixo de 4 sóis

No ano passado ainda andava a ler artigos que apontavam para uma possível falta de planetas em sistemas binários (2 estrelas que se orbitam mutuamente).
Já este ano, novos estudos apontam que grande parte dos sistemas binários até possa conter planetas.
Olho para o lado, e vejo o poster com a visão “profética” do George Lucas, com o seu planeta Tatooine.
tatooine.jpg

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Actividades de Divulgação, Alterações Climáticas, Lisboa

Palestra no OAL

Hoje, dia 25 de Julho de 2007, o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) promove mais uma palestra, subordinada ao tema “Factores astronómicos que condicionam o clima e a vida na Terra”. A palestra será ministrada pelo Prof. Alexandre Correia do Dep. Física da Univ. de Aveiro.

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Astrobiologia, Estranhos, Exoplanetas, Pulsares

Primeiros Exoplanetas

PSR B1257+12 é um pulsar que se encontra a 980 anos-luz do Sol, na direcção da constelação da Virgem.
Existem 3 planetas a orbitar esta “estrela defunta”.

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AstroVide

ASTROVIDE 2007

Decorreu mais um Astrovide, um dos poucos encontros de astronomia que ainda se realizam em Portugal.
Na sua vertente astronómica, o encontro teve lugar no sábado, dia 14 de Julho.
Para alguns, houve um complemento turístico na manhã de domingo.

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Pseudo-Astronomia

Grande Muralha da China

Quando visionei a cerimónia de atribuição das novas 7 maravilhas do mundo, fiquei abismado quando os jornalistas de serviço afirmaram que a Grande Muralha da China era a única estrutura vista do espaço.
Ora, isto não passa de um mito.
Continua-se, na TV, a disseminar mitos e informações falsas.

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Atalaia

Sábado na Atalaia

A noite começou sob um céu parcialmente velado por nuvens altas.
Mas, confirmando as previsões, as nuvens foram desaparecendo e o céu ficou totalmente limpo e surpreendentemente transparente.
Munido de uma carta de magnitudes da área da Ursa Menor, estimei a magnitude em 5,7.
Ainda com ar de dia já o par Venus-Saturno se aproximava do horizonte. Foram os primeiros alvos.
Saturno, sob a turbulência atmosférica, nem conseguiu ser convenientemente focado.
Venus, apresentava um crescente acentuado, semelhante a uma Lua jovem de uns 3 dias.
Júpiter mostrava três das suas luas.
Entretanto, no recinto, encontravam-se o Filipe Alves e a Rute, o João Gregório, o Henrique Ferreira, o Luís Campos que já nos brindou com uma bela imagem do segmento oeste da Nebulosa do Véu, o Carlos Saraiva, o Nuno Gil, o Silvério (?) Serra, o Filipe Serra, o José Bulário, o Ulisses Martins e o André e, sem equipamento, o Cunha Lopes.
A seguir aos planetas e enquanto o céu estava com nuvens, o alvo foram alguns objectos de fácil detecção, como M11, M22, M57.
Com o desaparecimento das nuvens foi a vez das nebulosas. Os dois segmentos da Nebulosa do Véu, com filtro OIII, ofereceram imagens de belo detalhe e foi um prazer percorrê-los passo a passo. Menos sorte tivemos com a nebulosa Crescente, muito difusa e com a nebulosa América do Norte que simplesmente não vimos.
M57 foi amplificada até 560x, mas sem aparecimento da estrela central. M27 mostrou-se muito brilhante, M16 bastante discreta, M 17 brilhante e bem definida, M20 ténue, M8 enorme na companhia do enxame aberto.
Uma ronda por enxames globulares preencheu também parte da noite.
A nebulosa Olho do Gato, M15, um enorme enxame aberto em Cassiopeia (NGC 7789), M4, M6 e bastantes outros, que isto não pretende ser uma listagem, completaram a noite.
Ainda houve tempo para dar uma espreitadela a Neptuno e a Urano, para terminar com o cometa C/2006/VZ13 LINEAR, cujas coordenadas foram fornecidas pelo J. Gregório. Este cometa descoberto em Novembro passado terá o periélio no inicio
de Agosto, e irá aumentar de magnitude, esperando-se que atinja 9,7 na próxima semana.

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