A história do satélite espião que está em queda não é nova. Já no passado aconteceu. O perigo é que é uma reentrada não controlada. É pouco provável, no entanto, que alguma coisa de perigoso chegue cá abaixo, nomeadamente a hidrazina dos motores de manobra. O que preocupa os EUA é que algum bocado acabe em território hostil, o que é pouco aconselhável quando se trata de um satélite espião.