O caso do satélite espião
Dentro de dois dias, (como o Carlos já disse) um cruzador americano baseado no Pacífico vai abater com um míssil um satélite espião avariado. É uma medida de precaução para que nada chegue cá abaixo (nem combustível, nem algum segredo). Mas é também um acto com implicações técnicas e políticas interessantes, que nos passa completamente ao lado como muitas outras coisas na espuma dos dias.
19 Feb 2008 José Matos
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