Arquivo de April, 2008

Astrobiologia, Carlos Oliveira, Carlos Oliveira, Conferências Internacionais

AbSciCon

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Nebulosas

Bolhas

Bolha Celestial:
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Nebulosas

Flôr celestial


É a NGC 6164 - uma magnífica nebulosa de emissão.
No centro da nuvem cósmica, existe uma mera estrela com apenas 3 a 4 milhões de anos.
Após a repetição de mais outros tantos milhões de anos a estrela maciça terminará numa explosão de supernova.

Nebulosas

Nebulosa da Tarântula

A APOD traz-nos a Nebulosa da Tarântula:
tarantula nebula

Nebulosas

Nebulosa do Caranguejo

A APOD traz-nos a Crab Nebula – M1 – Nebulosa do Caranguejo.
crab nebula

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Nebulosas

Nebulosa Piscante

Esta é a NGC 6826 ou Blinking Nebula – Nebulosa Piscante.
NGC 6826

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Cometas, Revistas

Memória do tempo

É estranho olhar para uma revista tão velha. O ano é 1985.
Ver os telescópios daquele tempo (o C8 da Celestron, o LX3 da Meade e outras velharias).
Ver o livro do Serge Brunier -Architecture de l´Univers – como um lançamento recente, ver os mapas celestes para a chegada do cometa Halley.
Toda a revista anda à volta do Halley, esse fracasso que ninguém podia imaginar uns meses antes. Mas é estranho olhar para isto. Pensar como tudo isto já passou. Pensar num mundo que já não existe.

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Nebulosas

Nebulosa Roseta

A Nebulosa Roseta, é composta por nebulosas e enxames (NGC2237/ NGC2238/NGC2239/ NGC2244/ NGC2246), situados na constelação de Monoceros ou Unicórnio, no braço de Perseu.
roseta
É uma grande nebulosa e região activa de formação de estrelas, cujos brilho e cores provêm da reflexão do hidrogénio e de outros gases e poeiras, provocada pelo brilho das estrelas que a compõem.
Sendo pouco brilhante, quando observada por telescópios, é-o quando bem fotografada, ao evidenciar as cores e a forma circular, fazendo lembrar uma flor rosada.

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Estranhos, Exoplanetas, Projecto OGLE

Planeta mais frio!

OGLE-2005-BLG-390Lb

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Asteróides, Educação, História

Alunos

Em 1781, William Herschel procurava estrelas duplas (e Selenitas – supostos habitantes da Lua), quando viu o que lhe pareceu ser uma nebulosa e depois pareceu-lhe um cometa. Afinal, tinha descoberto o planeta Úrano.
No mesmo ano foi publicada a “versão final” de um dos catálogos mais importantes de que há história. Charles Messier estava farto da confusão de objectos celestiais, que o atrapalhavam na detecção de cometas, e fez um catálogo de “não-cometas” (nebulosas, galáxias e aglomerados de estrelas); tudo porque o que ele queria estudar eram os cometas.

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