Astrobiologia, Carlos Oliveira, Carlos Oliveira, Conferências Internacionais
AbSciCon
30 Apr 2008 Carlos Oliveira
Astrobiologia, Carlos Oliveira, Carlos Oliveira, Conferências Internacionais
30 Apr 2008 Carlos Oliveira

É a NGC 6164 - uma magnífica nebulosa de emissão.
No centro da nuvem cósmica, existe uma mera estrela com apenas 3 a 4 milhões de anos.
Após a repetição de mais outros tantos milhões de anos a estrela maciça terminará numa explosão de supernova.
28 Apr 2008 Jorge Almeida
A APOD traz-nos a Crab Nebula – M1 – Nebulosa do Caranguejo.

26 Apr 2008 Carlos Oliveira
Esta é a NGC 6826 ou Blinking Nebula – Nebulosa Piscante.

25 Apr 2008 Carlos Oliveira
É estranho olhar para uma revista tão velha. O ano é 1985.
Ver os telescópios daquele tempo (o C8 da Celestron, o LX3 da Meade e outras velharias).
Ver o livro do Serge Brunier -Architecture de l´Univers – como um lançamento recente, ver os mapas celestes para a chegada do cometa Halley.
Toda a revista anda à volta do Halley, esse fracasso que ninguém podia imaginar uns meses antes. Mas é estranho olhar para isto. Pensar como tudo isto já passou. Pensar num mundo que já não existe.
24 Apr 2008 José Matos
A Nebulosa Roseta, é composta por nebulosas e enxames (NGC2237/ NGC2238/NGC2239/ NGC2244/ NGC2246), situados na constelação de Monoceros ou Unicórnio, no braço de Perseu.

É uma grande nebulosa e região activa de formação de estrelas, cujos brilho e cores provêm da reflexão do hidrogénio e de outros gases e poeiras, provocada pelo brilho das estrelas que a compõem.
Sendo pouco brilhante, quando observada por telescópios, é-o quando bem fotografada, ao evidenciar as cores e a forma circular, fazendo lembrar uma flor rosada.
23 Apr 2008 Luis Lopes
Asteróides, Educação, História
Em 1781, William Herschel procurava estrelas duplas (e Selenitas – supostos habitantes da Lua), quando viu o que lhe pareceu ser uma nebulosa e depois pareceu-lhe um cometa. Afinal, tinha descoberto o planeta Úrano.
No mesmo ano foi publicada a “versão final” de um dos catálogos mais importantes de que há história. Charles Messier estava farto da confusão de objectos celestiais, que o atrapalhavam na detecção de cometas, e fez um catálogo de “não-cometas” (nebulosas, galáxias e aglomerados de estrelas); tudo porque o que ele queria estudar eram os cometas.
22 Apr 2008 Carlos Oliveira
