Arquivo de June 30th, 2008

Cartoons

PhD cartoons

Deram-me a conhecer este site que relata, de forma bastante engraçada, as atribulações de um estudante de doutoramento nos EUA.
Revejo-me sem dúvida em vários cartoons, sobretudo aqueles que dizem respeito ao sono, aos prazos, às experiências de T.A., e aos problemas de alfândega (Visa, passaporte, etc).
No entanto, neste blog irei só colocar, como é óbvio, aqueles cartoons mais engraçados e relativos à astrofísica (cliquem sobre os cartoons para os tornarem maiores e assim poderem lê-los).

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Animação

Wall-E

wall-e

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Artigos Científicos, Asteróides, Carlos Oliveira, Extinções

Tunguska

Evento de Tunguska

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Encontros e Actividades de Divulgação

Rosa Doran e Hands-On Universe

Rosa Doran
Em Agosto de 2007 foi notícia no Sol online que a Rosa Doran é a responsável pela reestruração a nivel mundial do projecto “Hands-On-Universe”:
“O plano de reestruturação deste projecto, que pretende levar para as escolas uma nova abordagem no ensino e aprendizagem da Astronomia, baseada nas novas tecnologias, será apresentado hoje no II Congresso Europeu de Ciências Planetárias, a decorrer em Potsdam, Alemanha, até sexta-feira.
«O HOU nasceu nos EUA há cerca de uma década e tem actualmente 20 países que funcionam cada um por si, de forma algo caótica e anárquica. A minha missão é estruturar e uniformizar o projecto a nível mundial, numa associação que se chamará ‘Global Hands-On Universe’, e que vai nascer em Portugal até ao final do ano», afirmou à Rosa Doran, encarregue deste projecto há cerca de um mês, na conferência anual do HOU realizada em Tóquio.
Esta reestruturação irá decorrer durante o próximo ano, de forma a permitir o desenvolvimento de projectos comuns aos vários países participantes a tempo do Ano Internacional da Astronomia 2009, e a aumentar o número de membros da organização até aos «cem países em sete anos».
O HOU (http://www.pt.euhou.net) pretende fazer renascer o interesse pela ciência e pela cultura científica recorrendo a ferramentas interactivas que permitam às escolas obter, por elas mesmas, imagens e dados astronómicos, e que vão «desde uma simples webcam, devidamente adaptada, ao controlo remoto de telescópios, através da Internet».
«O nosso objectivo é facilitar uma cultura científica e que o ensino e a aprendizagem das ciências nas escolas sejam tão contagiosos como um vírus», disse Rosa Doran, salientando que em Portugal «já receberam formação 50 professores, alguns dos quais já estão a formar outros», e que «em vários países europeus, há docentes que já estão a formar parcerias com escolas».
«O mais importante é ensinar os docentes a usar recursos que já existem na Internet», afirmou, salientando que «mais de uma centena de recursos está já na Internet à disposição das escolas para facilitar o ensino mas para isso é importante haver professores treinados que saibam onde procurar e como usar essas ferramentas».
Em Portugal, já há projectos científicos apadrinhados pela organização, alguns orientados por cientistas, a decorrer em escolas, nomeadamente a Escola Secundária Cidadela e a Escola EB 2/3 Matilde Rosa Araújo, ambas em Cascais, e a Escola Secundária Fernando Namora, na Amadora.
Entre os projectos do ‘Global Hands-On Universe’ está ainda a criação de um jogo on-line, o ‘Universe Quest’, no qual os jogadores poderão formar equipas internacionais para jogar em rede e fazer descobertas científicas reais.
«São postas várias questões aos participantes e cada uma delas é um desafio científico orientado por um mentor que é um cientista mas, para chegar lá, os concorrentes vão ter de passar vários níveis e ser obrigados, por exemplo, a aprender hábitos e costumes de meninos de outros países», explicou.
O HOU está actualmente dividido em cinco centros de coordenação de actividades na América do Norte (Berkeley, Califórnia), Europa (Paris), Pacífico (Pequim), África (Quénia) e América do Sul (que irá funcionar brevemente no Brasil).”

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Via Láctea

Via Láctea tem dois braços espirais principais

Astrónomos da Universidade do Wisconsin, Whitewater, descobriram que afinal a Via Láctea tem apenas dois braços espirais principais (pensava-se que teria quatro).
Os autores da descoberta aproveitaram a capacidade do Observatório de Infravermelhos Spitzer de observar através das espessas nuvens de poeira interestelar para determinar a densidade de estrelas em diferentes regiões do plano galáctico e com base nisso deduzir a estrutura de grande escala da Via Láctea.
Aqui está um possível aspecto da nossa ilha no Universo:

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