Proeminência Solar

A APOD mostra uma imagem à “superfície” solar tirada pela sonda SoHO, em 1999, onde se vê uma espectacular proeminência.
Um “bailado” magnífico de plasma, de campos magnéticos, e de hélio ionizado.
28 Nov 2008 Carlos Oliveira

A APOD mostra uma imagem à “superfície” solar tirada pela sonda SoHO, em 1999, onde se vê uma espectacular proeminência.
Um “bailado” magnífico de plasma, de campos magnéticos, e de hélio ionizado.
28 Nov 2008 Carlos Oliveira
Formação Sistema Solar, Júpiter, Planetas e Luas, Saturno, Vida
Nos planetas de massa mais modesta como a Terra e Vénus a força que contraria a gravidade é uma pressão interna devida às elevadas temperaturas existentes no seu interior e a repulsão electrostática entre átomos. As temperaturas resultam de energia acumulada do processo de formação do planeta e do decaimento de materiais radioactivos. A pressão deve-se à energia cinética dos átomos e moléculas no meio que chocam incessantemente entre si de forma mais violenta à medida que a temperatura e a densidade aumentam.
No entanto, quando consideramos planetas mais maciços como Saturno, Júpiter e outros de massa superior, a gravidade é tão forte que a densidade no núcleo atinge níveis extremos, tão extremos que os átomos e moléculas deixam de poder mover-se livremente e os electrões são obrigados a coexistir em volumes muito pequenos. Nestas condições a pressão devida ao movimento das partículas e a repulsão electrostática diminuem de importância e passa a ser dominante outro tipo de força – a pressão degenerada.
28 Nov 2008 Luis Lopes
