As areias do tempo estão a acabar para a estrela central da nebulosa planetária em forma de ampulheta. Sem combustível nuclear, esta breve e espectacular fase de fim de vida da estrela ocorre quando as suas camadas exteriores são ejectadas – e seu núcleo torna-se uma fria anã branca, um destino que o nosso Sol também terá.
Em 1995, os astrónomos usaram o Telescópio Espacial Hubble para realizar uma série de fotografias de nebulosas planetárias, incluindo esta, da APOD de hoje. Os delicados anéis de gases brilhantes e coloridos (azoto-vermelho, hidrogénio-verde e oxigénio-azul) delineam as ténues paredes da ampulheta. A nitidez inédita das fotos do Hubble revelaram detalhes surpreendentes do processo de ejecção, o que está a ajudar a resolver o mistério das formas complexas e simetrias das nebulosas planetárias.






2 comentários
Carlos Oliveira
07/08/2011 em 19:14 (UTC 1) Link para este comentário
Big Brother is watching you
Conceição Monteiro
08/08/2011 em 13:29 (UTC 1) Link para este comentário
É o verdinho. Controla toda a gente.
Curioso, tenho impressão que já o vi a espreitar por cima do ombro de alguém.