O Observatório Espacial Herschel detectou uma relativa grande quantidade de vapor de água na parte exterior do disco de gás e poeira que rodeia uma estrela, TW Hydrae, e que estará a formar planetas.
O vapor de água vê-se de forma azulado na ilustração em cima.
Esse vapor de água estará incluído em pequenos pedaços de gelo e pó, localizado mais longe da estrela, e que eventualmente formará cometas.
No nosso sistema solar, foram esses cometas que trouxeram a água para a Terra, criando os oceanos.
Na jovem (somente 10 milhões de anos de idade) estrela TW Hydrae, que se encontra a 176 anos-luz da Terra, poderá estar a acontecer um processo semelhante, e daqui por muitos milhões de anos, quiçá teremos uma quantidade enorme de cometas a criar mundos aquáticos ao redor dessa estrela…
Continuando a retirar conclusões especulativas a partir deste estudo, então também se pode pensar que planetas cobertos de água poderão ser comuns no Universo.
Leiam sobre esta notícia, no site da NASA e no site da ESA.












14 comentários
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Cavalcanti disse:
24/10/2011 em 20:17 (UTC 1)
Carlos, partindo-se do mesmo pressuposto, o processo de formação do nosso Sistema Solar deu-se de modo semelhante?
Abraços.
Carlos Oliveira disse:
24/10/2011 em 22:59 (UTC 1)
Correcto
Um extraterrestre astrónomo a 5 mil milhões de anos-luz daqui… está neste momento a olhar para esta zona… e vê algo semelhante
Renato Romão disse:
24/10/2011 em 22:35 (UTC 1)
Mais um excelente post.
Dá mesmo gosto vir a este blog.
Um dia, teremos tecnologia para poder estudar a àgua (em diversos estados) à distância.
Talvez os supercomputadores do futuro possam fazer esses cálculos.
Nunca mais chega a tecnologia de computadores a plasma. (penso que esta seria uma bela ferramenta).
Abraço
Carlos Oliveira disse:
24/10/2011 em 23:05 (UTC 1)
Bem, vapor de água, temos encontrado em tudo que é lado…
No estado sólido… temos os cometas por exemplo, mas também algumas superfícies… tipo Plutão deve ter uma superfície gelada…
Já água no estado líquido é mais difícil… mas com vontade política seria possível estudar em Europa, lua de Júpiter

E até os lagos de metano de Titã
abraços
Renato Romão disse:
24/10/2011 em 23:26 (UTC 1)
Penso que o Sensoriamento Remoto deveria ser uma das prioridades (ainda mais) em termos de desenvolvimento cientifico.
Permitindo assim aos cientistas, dotarem-se de ferramentas, que ajudem ir sempre mais alem.
Maria disse:
24/10/2011 em 22:57 (UTC 1)
Ola Carlos.. Sempre acompanho o seu blog e acho o maximo.
Vi esse site http://www.thomhartmann.com/users/eddieondrums/blog/2011/10/higher-coordinating-commitee
e gostaria que vc comentasse j’a que entende do assunto.
Acredito ser uma montagem mas nao tenho ideia de como foi feita (caso seja)
Obrigada!
Carlos Oliveira disse:
24/10/2011 em 23:11 (UTC 1)
Não percebi.
Está a falar do “higher coordinating commitee”?
Isso é para coordenar a retirada do Afeganistão. Mas por fases, deixando alguns lá,…, tem que se formar um comité que coordene essa retirada com inteligência. O mesmo foi feito para o Iraque e outros sítios que os Americanos se metem.
Se está a falar das fotos, é um reflexo nas lentes.
Pode ver várias imagens semelhantes aqui:
http://en.wikipedia.org/wiki/Lens_flare
ou procurando nas imagens do Google por “lens flare” orb…
abraços
Maria disse:
24/10/2011 em 23:19 (UTC 1)
Isso! As imagens…
Grata!
Alex disse:
24/10/2011 em 23:27 (UTC 1)
Hum eu sei que é fora do assunto, mas eu gostaria de ter mais explicações sobre essa foto que a Maria postou.
http://cdn3.thomhartmann.com/sites/default/files/DSC_0045.jpg
Digo, eu sei o que é Lens Flare. Mas não se parece nem um pouco. Também não especulo nada a respeito. Fico então no mistério. Mas Lens Flare? So com uma boa explicação.
Carlos Oliveira disse:
24/10/2011 em 23:43 (UTC 1)
Está o Sol ao lado.
É como aqui, em que a orb está por baixo:
http://www.assap.ac.uk/newsite/htmlfiles/Lens%20flare%20and%20orbs.html
veja a figura 7.
abraços
Alex disse:
25/10/2011 em 00:02 (UTC 1)
Sim. Boas imagens do Lens Flare bem circulares.
Mas fica outra questão, na imagem que postei o circulo tem algo que seja sombra, justamente onde os raios solares não atingem. Pode ser a lua também, mas se fosse ela provavel que haveria as crateras. Lens Flare são capazes de produzir um lado gradiente de sombra oposta a fonte de luz?
Se bem que na Figura 6 do seu link, mostra um exemplo de haver uma especie de “sombra”. Porém, relação com água.
http://www.assap.ac.uk/newsite/Pics/Water%20on%20lens.jpg
Seja o que for basta eu olhar o nascer do sol ou no entardecer para me certificar disto. Mas que cutuca minha cabeça isso continua.
Grato
Alex disse:
25/10/2011 em 00:10 (UTC 1)
Ah bem. É um bonito Orb.
Tal como estes
http://www.assap.ac.uk/newsite/Pics/Insect%20orbs%203.jpg
http://www.assap.ac.uk/newsite/Pics/Moving%20orb.jpg
http://www.assap.ac.uk/newsite/Pics/Orbs.jpg
http://www.assap.ac.uk/newsite/Pics/Rainbow%20orb.jpg
Vou parar de Floodar aqui! UASHuahsa
Até
Maria disse:
25/10/2011 em 02:54 (UTC 1)
Carlos, uma pessoa fez uma rapida tentativa no photoshop e depois tb fez edição em video para testar (se daria).
Ficou quase tão perfeito. Então, neste caso, e como a imagem aparece sólida demais acredito que foi montagem mesmo.
Valeu de qualquer forma..
Carlos Oliveira disse:
25/10/2011 em 06:28 (UTC 1)
Sim, no link que deu inicialmente, quando eu fui agora ao vídeo ke aparece lá do Youtube… eles dão duas razões:
- reflexo nas lentes.
- e manipulação de imagens.
Sinceramente, eu não tenho programas para testar se houve manipulação de imagens, mas se diz que conseguiram fazer rapidamente o mesmo com photoshop e edição de imagens… então é provável que tenha também acontecido isso
E Parabéns por terem utilizado a técnica dos Mythbusters
que é basicamente testar para ver se conseguem fazer o mesmo 


É a forma como os cientistas fazem as coisas
Os Mythbusters fazem isso para detectarem aquilo que é mito ou real