““Agradecemos-te, Senhor, por este ficheiro que vamos sacar.”
A partir de hoje, todos os que crêem na cópia e na partilha livre de músicas, filmes ou qualquer outro tipo de ficheiro digital, podem comungar na Igreja do Kopimism, uma congregação oficialmente reconhecida como religião pelas autoridades da Suécia.
(…)
o principal mandamento desta nova igreja é fácil de compreender pelos falantes de qualquer língua: copiarás e partilharás livremente todos os ficheiros que te aparecerem pela frente.
(…)
“Para a Igreja do Kopimism, a informação é sagrada e o acto de copiar é um sacramento. A informação possui um valor em si mesma e naquilo que ela contém e esse valor é multiplicado através da cópia. Assim, o acto de copiar é central para a organização e para os seus membros”.
(…)
Para se ser membro da Igreja do Kopimism não é preciso preencher formulários; “basta sentir um chamamento para adorar o mais sagrado de tudo o que é sagrado – a informação e a cópia”.”
Mais alguém acha isto totalmente ridículo e uma completa falta de bom senso?







9 comentários
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Ana GP
07/01/2012 em 23:55 (UTC 1) Link para este comentário
hum, eu pensei q fosse algo ao estilo esparguete voador… e pensei q era gozo lol!
Marco Filipe
08/01/2012 em 01:53 (UTC 1) Link para este comentário
O que estás a dizer blasfema?! A tua sorte é que o FSM não é vingativo
O objectivo é usar a desculpa da religião para partilhar ficheiros ou pelo menos para tornar ilegal a revelação da identidade de quem partilha.
Daniel
08/01/2012 em 00:43 (UTC 1) Link para este comentário
Talvez possa ajudar a compreender:
http://wiki.alcidesfonseca.com/blog/implicacoes-do-copismo-na-suecia/
(não é spam)
Marco Filipe
08/01/2012 em 01:48 (UTC 1) Link para este comentário
Eu não acho que seja ridículo, acho até interessante as implicações que isto pode ter. Como irá a lei atuar neste caso? Pode-se piratear desde que se pertença à religião em causa? É porque frequentemente religiões levam carta branca como se fossem especiais e não tivessem de obedecer à lei. Muitas promovem a intolerância e a discriminação a coberto do “respeito” que estão continuamente a exigir. Eu acho que nada deve ter carta branca e há coisas que não merecem respeito, independentemente do número de pessoas que acreditam nisso…
Diana Barbosa
08/01/2012 em 20:31 (UTC 1) Link para este comentário
Estou contigo, Marco!
É a velha máxima do “se não os conseguires vencer, junta-te a eles”…mais ou menos :p
Se são uma religião oficial, não só têm de ser “respeitados”, como podem usar isso como desculpa para os seus atos…se calhar ainda têm isenção de impostos e tudo! (Se fosse como nos EUA, teriam!) E podem sempre queixar-se de perseguição e discriminação religiosa! Ahhh que bela ideia! :p
Parece-me uma grande jogada e com pouco de ridículo.
Ridículo é que tenha sido reconhecido oficialmente! :p
Paulo
09/01/2012 em 03:43 (UTC 1) Link para este comentário
Altamente!!!
Saravá Irmãos!
Marco
09/01/2012 em 14:33 (UTC 1) Link para este comentário
Eu sou o Grande Sacerdote da Torrente.
Diana Barbosa
10/01/2012 em 00:50 (UTC 1) Link para este comentário
hahahahaha

Jonas
09/01/2012 em 22:40 (UTC 1) Link para este comentário
São uns gozadores.
Mais uma vez se pode tirar uma lição de um evento bizarro desses. Mesmo sendo um caso surreal no aspecto religião, eles passam uma mensagem interessante subrepticial, pois há algo em comum com as outras, o que defendem é uma crença (menor), fora da realidade.