Seguindo as pisadas do mapa das redes de amizade no Facebook, o analista Olivier Beauchesne criou o mapa da colaboração científica mundial:
O Olivier trabalha na Science-Metrix, uma empresa de consultoria biliométrica e tem, portanto, ao seu alcance este tipo de dados, usando agregadores comerciais como a Scopus e a Web of Science.
Os dados que ele utilizou foram os as cidades dos cientistas que publicaram os seus resultados entre 2005 e 2009. Quanto mais brilhantes são as linhas que veem no mapa, maior é o número de colaborações entre as universidades dessas cidades.
Aqui podem ver o detalhe do continente europeu:







7 comentários
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Cavalcanti
13/02/2012 em 22:43 (UTC 1) Link para este comentário
Cool.
Jonas
14/02/2012 em 03:01 (UTC 1) Link para este comentário
Fantástico!!
Parece uma “fogueira em chamas” a Alemanha, Holanda, Bélgica e o Reino Unido, e depois a Italia, mais especialmente o norte.
Só fiquei em dúvida com relação à Bélgica, é impressão minha mas realmente a Bélgica está com essa bola toda?
Cavalcanti
14/02/2012 em 04:23 (UTC 1) Link para este comentário
A princípio, também pensei ser a Bélgica.
Mas penso ser França – mais precisamente Paris.
Jonas
14/02/2012 em 15:38 (UTC 1) Link para este comentário
Paris estaria à sudeste da “mancha” de Londres (mais sul do que leste), está visivel Paris como uma linda estrela “isolada”
Já essa forte mancha está na reta tangente horizontal à Londres, ou seja, acima da própria França. Mas Belgica tem realmente uma tradicao forte de pesquisa? Ou a mancha aponta mais para Holanda mesmo? Essa foi a dúvida que ficou,
Cavalcanti
14/02/2012 em 17:17 (UTC 1) Link para este comentário
Agora, compreendi, Jonas.
Pensei que estivesse a falar exatamente do ponto “irradiante” (“estrela solitária”
).
Portanto, peço desculpas pelo equívoco.
A “mancha” que te fez chamar a atenção trata-se da Holanda, que teve um acumulado de 252.242 publicações, no período de 2001-2011, ficando em 14º lugar no ranking mundial. Não disponho de dados da Bélgica nesse período (mas sei que ela não está entre os 20 primeiros).
Todavia, a Bélgica, por curiosidade, teve um acumulado de 61.021 publicações (no período compreendido de 2002-2005), ficando em 21º lugar.
Portanto, penso a Holanda ser a região mais luminosa.
Mesmo assim, ao que parece, a Bélgica tem muito mais “destaque” do que imaginamos.
Outro ponto interessante: o pouco destaque da Austrália no mapa de colaboração científica. Chega-se a ter o mesmo destaque que a África – um continente mergulhado pelas guerras civis e instabilidades políticas constantes.
Jonas
14/02/2012 em 21:53 (UTC 1) Link para este comentário
Sem problemas, Cavalcanti, não entendi como equivoco, foi eu apontar melhor para os lados certos que as coisas naturalmente se esclareceram.
De qualquer forma surpreendeu-me a Holanda.
E o Brasil não se poderia esperar outra coisa mesmo, mas muito mais “aceso” que a Austrália? Essa foi outra surpresa.
Na Asia, Japão e Coreia do Sul estão se dando muito bem, China começa a brilhar e me surpreende positivamente a India.
Carlos Oliveira
14/02/2012 em 18:02 (UTC 1) Link para este comentário
http://publico.pt/Ci%C3%AAncias/publicacao-cientifica-portuguesa-triplica-em-dez-anos-1533219
“A publicação científica portuguesa, avaliada em quinquénios, triplicou em apenas uma década. Entre 2006 e 2010 publicaram-se 38.338 artigos com autores de instituições nacionais, um salto em relação às 12.693 publicações lançadas entre 1996 e 2000.”