“Não sei para onde vou, mas estou a caminho.”
Acerca do autor(a)

Carlos Oliveira
Carlos F. Oliveira é astrónomo e educador científico. Licenciatura em Gestão de Empresas. Licenciatura em Astronomia, Ficção Científica e Comunicação Científica. Doutoramento em Educação Científica com especialização em Astrobiologia, na Universidade do Texas. Criou e leccionou durante vários anos um inovador curso de Astrobiologia na Universidade do Texas. É actualmente Research Affiliate-Fellow em Astrobiology Education na Universidade do Texas em Austin, EUA. Trabalhou no Maryland Science Center, EUA, e no Astronomy Outreach Project, UK, recebeu dois prémios da ESA, e realizou várias palestras e entrevistas nos media.
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2 comentários
Pedro De Castro Seixas
23/05/2012 em 00:34 (UTC 1) Link para este comentário
Sorry, mas essa imagem é pra “roubar”…
Ana Guerreiro Pereira
23/05/2012 em 22:53 (UTC 1) Link para este comentário
Pó de Estrelas fomos, Pó de Estrelas seremos. No entretanto tentamos seguir os melhores caminhos, aprendendo, crescendo, salvaguardando-nos e tentando salvaguardar.
Os caminhos estão cheios de pedras, é certo, e temos de encontrar sempre formas de melhor lidar com elas, mas, olhem, antes pedras nos caminhos que pedras nos rins!
São pedras q dão jeito: não só já foram pós de estrelas, como também podemos usá-las para construir a nossa fortaleza. De pó de estrela.
Não haverá pó de fada, não; mas há pó de estrela! Mais magia que essa, a de saber que viemos literalmente de fornos estelares…
Caminho das Estrelas, portanto.
Não tendo muito a ver, mas estando algo relacionado, lembro-me de ter um sreensaver que simulava uma viagem pelo meio de estrelas (q eram pontinhos, claro). Ficar a olhar para esses pontinhos em movimento, imaginando que se está a caminhar por entre as estrelas e ouvir ao mesmo tempo o tema “to a unknown man” do Vangelis… é…bonito.