Se juntarmos a Hierarquia de Necessidades de Maslow com Argumentação, qual é o resultado?
Temos esta Pirâmide da Argumentação, explicada por Paul Graham.
O nível mais baixo de argumentação é simplesmente chamar nomes.
O nível seguinte são as várias facetas de Ad Hominem – “criticar o mensageiro”.
Seguidamente temos o ataque ao tom, e não à substância da mensagem.
A seguir aparecem os argumentos por contraposição de casos opostos sem evidências.
Em 3º lugar a contar do topo temos os contra-argumentos suportados por evidências.
Em 2º lugar temos a descoberta do erro no raciocínio e a explicação do porquê de ser um erro.
E no topo temos uma explicação cabal a criticar o argumento central do raciocínio contrário.







3 comentários
Nuno José Almeida
12/06/2012 em 11:29 (UTC 1) Link para este comentário
Discordo plenamente do “ataque ao tom” o tom é uma componente fundamental da assertividade devia ser trocado pelo “contradição”
ruri
12/06/2012 em 21:54 (UTC 1) Link para este comentário
Acho que aqui entende-se por tom, quando alguém fala de forma arrogante ou sarcástica. Aí acho que o problema está dos dois lados, mas não deixa de ser uma forma infantil de resolver problemas.
E o nível mais baixo é mesmo o ataque físico provavelmente, mas aí se calhar já deixamos de estar no reino da argumentação… muita gente que não entende isso infelizmente.
Nuno José Almeida
12/06/2012 em 22:22 (UTC 1) Link para este comentário
Ser arrogante e sarcástico, ou falar alto, é uma forma de comportamento agressivo, que só vem demonstrar o que quero dizer, que atacar o tom (agressividade do interlocutor) está no nível errado pois numa argumentação a assertividade é fundamental. Para quem não sabe há 4 tipos de comportamentos, assertividade, agressividade, passividade e manipulação.