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Astrobiologia, Marte, Terra, Vida, Vida

Poderiam as bactérias extremófilas do Rio Tinto sobreviver no clima hostil marciano?

Um grupo de cientistas, liderado pelo Centro de Astrobiologia (INTA-CSIC) descobriu que as bactérias do Rio Tinto (Huelva) são capazes de sobreviver em condições semelhantes às de Marte. Esta pesquisa, publicada na revista Icarus, constitui parte dos estudos preparatórios para a viagem da sonda robótica Mars Science Laboratory, que em 2011, analisará a presença de vestígios fósseis da vida e as condições de habitabilidade do Planeta Vermelho.

FOTO: O Rio Tinto (Huelva) é um lugar povoado por bactérias extremófilas. Poderiam estas bactérias já estarem preparadas para sob sobreviver em Marte? Crédito: Armando Aguilera Perez

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Paradoxo de Fermi

Paradoxo de Fermi: qual o impacto da expansão e colaboração entre civilizações alienígenas?

Um novo modelo proposto por cientistas da Ucrânia busca demonstrar como a expansão de uma civilização alienígena pode passar por progressos e mudanças, proporcionando uma visão mais profunda sobre o Paradoxo de Fermi.

O diagrama demonstra o nascimento, crescimento e morte das Civilizações no Universo (em 3 fases consecutivas, t1, t2 e t3): a civilização 1 nasce em t1 e se desenvolve nas fases t2 e t3. A civilização 2, que existiu mais de que o limite T0, colapsa e entra em decadência nas fases t2 e t3. As civilizações 3 e 4, na fase t2, junto com a civilização 1, na fase t3, conseguiram sucesso em formar um aglomerado. O ciclo de vida para as civilizações 3 e 4 é incrementado por um bônus Tb. Na fase t3 as civilizações 3 e 4 se aglomeram com a civilização 1 e passam a ter um bônus dobrado (2 x Tb). Além disso, a civilização 1 ganha na fase t3 um bônus Tb. A civilização 5, que não teve contato com outras civilizações se extingue na fase t3. Crédito: Snarskii e Bezsudnov (página 5).

LEGENDA: O diagrama acima demonstra o nascimento, crescimento e morte das Civilizações no Universo (em 3 fases consecutivas, t1, t2 e t3): a civilização 1 (azul marinho) nasce em t1 e se desenvolve nas fases t2 e t3. A civilização 2 (castanho), que existiu mais de que o limite T0, colapsa e entra em decadência nas fases t2 e t3. As civilizações 3 (vermelho) e 4 (verde), na fase t2, junto com a civilização 1 (azul marinho), na fase t3, conseguiram sucesso em formar um aglomerado. O ciclo de vida para as civilizações 3 e 4 é incrementado por um bônus Tb. Na fase t3 as civilizações 3 e 4 se aglomeram com a civilização 1 e passam a ter um bônus dobrado (2 x Tb). Além disso, a civilização 1 ganha na fase t3 um bônus Tb. A civilização 5 (azul turquesa), que não teve contato com outras civilizações se extingue na fase t2. Crédito: Snarskii e Bezsudnov (página 5).

Mas, a que conclusões os cientistas chegaram?

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Lua, Lua, Missões Apollo, Missões Humanas

Evidências de grafite em amostras da Apollo 17 mostram o dramático passado do sistema solar interior há 3,9 bilhões de anos

O astronauta Harrison Schmidt coletando amostras na missão Apollo 17. Crédito: NASA

O astronauta Harrison Schmidt coletando amostras na missão Apollo 17. Crédito: NASA

Quase 40 anos depois da última missão tripulada à Lua, Apollo 17, o programa espacial da NASA Apollo continua a produzir descobertas intrigantes.

Os humanos não põem os pés na Lua desde 14 de dezembro de 1972, quando os astronautas Eugene Cernan e Harrison Schmitt, da missão Apollo XVII deixaram a superfície lunar para retornar ao lar. Afortunadamente, os astronautas Schmitt (o primeiro e único geólogo a pisar na Lua) e Cernam, haviam recolhido 110 kg de material lunar, a maior quantidade de rochas e solo lunar já coletada em uma missão, antes de dirigir-se de volta a Terra.

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Nebulosas, Supernovas

N49: a supernova ejetou uma bolha cósmica que viaja a 2.200 km/s

O que é esta bolha estranha azul que aparece isolada à direita? Não temos certeza, mas trata-se provavelmente de uma bolha de escombros remanescente de uma poderosa supernova que se comportou de maneira assimétrica, gerando esta bolha e um furioso magnetar chamado SGR 0526-66 (SGR quer dizer Soft Gamma ray Repeater, um objeto que periodicamente explode emitindo flashes de raios-gama).

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Anãs Castanhas

Há numerosas anãs marrons nas vizinhanças do Sistema Solar? Pesquisa do Spitzer indica que sim

O telescópio espacial Spitzer realizou um novo estudo sobre anãs marrons, concentrando-se em uma região da constelação de Bootes. Entre os diversos objetos encontrados, 14 destes apresentavam temperaturas variando entre 450 e 600 Kelvin.

Esta concepção artística mostra os dados simulados que indicam a existência de centenas de estrelas falhadas, ou anãs marrons, que o observatório espacial Wide Field Infrared Survey Explorer (WISE) da NASA irá adicionar em breve à população de objetos estelares conhecidos em nossa vizinhança solar. O nosso Sol e outras estrelas conhecidas aparecem em branco, amarelo ou vermelho. As anãs marrons previstas estão em vermelho escuro. A pirâmide verde representa o volume pesquisado pelo Telescópio Espacial Spitzer da NASA - um telescópio infravermelho projetado para focar em áreas específicas em profundidade, ao invés de fazer a varredura do céu inteiro como WISE está fazendo. A região dentro de 25 anos-luz do Sol está marcada pela esfera azul. Crédito: NASA/JPL

Esta concepção artística mostra os dados simulados que indicam a existência de centenas de estrelas falhadas, ou anãs marrons, que o observatório espacial Wide Field Infrared Survey Explorer (WISE) da NASA irá adicionar em breve à população de objetos estelares conhecidos em nossa vizinhança solar. O nosso Sol e outras estrelas conhecidas aparecem em branco, amarelo ou vermelho. As anãs marrons previstas estão em vermelho escuro. A pirâmide verde representa o volume pesquisado pelo Telescópio Espacial Spitzer da NASA - um telescópio infravermelho projetado para focar em áreas específicas em profundidade, ao invés de fazer a varredura do céu inteiro como WISE está fazendo. A região dentro de 25 anos-luz do Sol está marcada pela esfera azul. Crédito: NASA/JPL

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Astrobiologia, Detecção, Exoplanetas

Como encontrar um mundo habitável? Por que a taxonomia dos exoplanetas é a dor de cabeça dos cientistas planetários?

Caleb Scharf escreveu uma interessante crítica na Scientific American descrevendo as dores dos cientistas planetários (How to find a habitable exoplanet: Don’t look for oneComo encontrar um exoplaneta habitável: não procure especificamente por ele) e faz algumas recomendações interessantes sobre como a pesquisa exoplanetária deve ser conduzida:

Como encontrar um mundo habitável: não procure especificamente por ele!

A maioria dos cientistas planetários diz que os objetos que eles estudam são muito mais complexos e difíceis de categorizar que quaisquer outros objetos lá fora no Universo. Esta assertiva contundente é, de fato, surpreendente e interessante, e tem se tornado um ponto comum entre os especialistas em ciência exoplanetária. Devemos nos lembrar que a maior parte da exploração telescópica ao longo dos últimos 400 anos tem sido basicamente sobre taxonomia estelar, dispondo os objetos estelares dentro de suas classes correspondentes.

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Buracos Negros, Evolução, Galáxias, Quasares

Pesquisa do SWIFT revela o gatilho que acende os buracos negros nos núcleos das galáxias ativas: a colisão de galáxias

Dados de uma pesquisa em andamento do observatório SWIFT ajudaram aos astrônomos a resolver um problema existente há décadas: o mistério que está por trás da irradiação de vastas quantidades de energia originadas a partir de uma pequena quantidade de buracos negros.

NO PAINEL ACIMA: Fotografias na luz visível dos diversos núcleos de galáxias ativas (destacados nos círculos), detectados pela pesquisa SWIFT de raios-X de alta energia, mostram claramente a presença de galáxias em colisão. Estas imagens, capturadas pelo telescópio de 2,1 metros no Kitt Peak National Observatory no Arizona, mostram os formatos de galáxias entrelaçadas ou distorcidas pela atração gravitacional dos vizinhos próximos. Embora estes AGNs aqui mostrados já fossem conhecidos antes da pesquisa do SWIFT, dúzias de outros foram encontrados pelo SWIFT em galáxias mais distantes. Créditos: NASA/Swift/NOAO/Michael Koss e Richard Mushotzky (Universidade de Maryland).

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Astrofotografia, Astronomia Amadora, Canárias, Cometas

Cometa McNaught estará visível a olho nu

O cometa McNaught será visível a olho nu no final do mês de junho de 2010.

O cometa C/2009 R1 (McNaught) já está mostrando sua cauda impressionante e por enquanto pode ser observado apenas com binóculos ou telescópios.

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Anãs Brancas

Sistema binário eclipsante de anãs brancas observado pela primeira vez revela os segredos das estrelas de hélio

IMAGEM: Concepção artístida do sistema binário NLTT 11748. A rara anã branca maior, porém bem menos massiva, composta de Hélio é eclipsada pela mais massiva e comum anã branca de carbono/oxigênio, a qual tem praticamente o tamanho da Terra. Crédito: Steve Howell/Pete Marenfeld/NOAO

Rara anã branca de Hélio tem suas características reveladas

Astrofísicos da UCSB (Universidade da Califórnia em Santa Bárbara) são os primeiros cientistas no mundo que identificaram duas anãs brancas eclipsantes em sistema binário. Tal descoberta permitiu a primeira medição direta do diâmetro de uma rara anã branca composta de Hélio puro. Estas observações são as primeiras que confirmam a teoria estelar sobre as anãs brancas de Hélio.

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Astrofotografia, Miguel Claro

Miguel Claro fotografa a Lua cheia nascente atrás do Castelo de Sesimbra

Em 27 de maio de 2010 Miguel Claro flagrou o nascer da Lua cheia por trás das muralhas do belíssimo Castelo de Sesimbra.

Castelo de Sesimbra e a Lua por Miguel Claro. Dados Técnicos: Canon 50D - ISO400 F-4.5 Exp-1/6" 149mm às 21:22 em 27 de maio de 2010. Crédito©: Miguel Claro (http://miguelclaro.com)

Castelo de Sesimbra e a Lua por Miguel Claro. Dados Técnicos: Canon 50D - ISO400 F-4.5 Exp-1/6" 149mm às 21:22 em 27 de maio de 2010. Crédito©: Miguel Claro (http://miguelclaro.com)

O Castelo de Sesimbra, também conhecido como Castelo dos Mouros, situa-se na vila de mesmo nome, Freguesia do Castelo, Concelho de Sesimbra, Distrito de Setúbal, em Portugal.

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