Não-vacinados nos EUA e em Israel

O conhecido médico Sanjay Gupta esteve ontem na CNN e mostrou dois gráficos muito interessantes.

Nos EUA, com os dados conhecidos da população, vemos que os hospitalizados de Janeiro a Agosto de 2021 foram na sua enorme maioria de pessoas não-vacinadas.
O mais interessante é que, à medida que foram existindo mais pessoas completamente vacinadas, então a proporção de não-vacinados que foram sendo hospitalizados aumentou enormemente.
Ou seja, é perfeitamente claro que nos EUA existe uma pandemia de não-vacinados. Se as pessoas estivessem todas vacinadas, a pandemia já não existia.
As vacinas funcionam!

via CNN

Um outro gráfico muito interessante é sobre os dados dos boosters (vacina de reforço) em Israel.
Estes são dados atualizados, recentes, de um estudo feito até 1 de Novembro.

Como sabem, Israel é o país onde imediatamente se fazem as experiências contra a COVID-19, para saber se funcionam ou não, no laboratório real que é a sociedade.

Ora, em cada 100 mil pessoas Israelitas com mais de 60 anos, as que tiveram efeitos graves da COVID-19 são:
– 54 não-vacinados (o que quer dizer que numa população de 10 milhões de pessoas, dá 5.400 pessoas em estado grave).
– 10 com duas doses da vacina.
– 2 com a vacina de reforço.

Isto permite ver que:
– as vacinas funcionam!
– quem não está vacinado tem muito maior probabilidade de ficar gravemente doente com COVID-19.
– as duas doses da vacina, ao fim de 6 meses, estão a perder algum efeito, apesar de continuarem a funcionar.
– tomar a dose de reforço faz com que as pessoas fiquem mais protegidas contra efeitos graves da doença.

via CNN

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